Tirem os casacos dos maleiros, preparem as canecas para os chás e chocolates, desenterrem as receitas da vovó e desenrolem as mantas e cobertores, pois o frio veio com tudo aqui no Sudeste!!!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Quem resiste?
Quem resiste a esse olhar? Quem resiste a um sorrisão banguela de criança, à risada marota e safadinha, às traquinagens deliciosas num dia qualquer? (possivelmente quem ainda não tem filhos e pode admirar o lado lindo disso tudo...rs)
Boa noite!
Estou envolvida em tantas coisas que deixei de lado o blog por uns tempos! Mas estou voltando, aos poucos...
Ultimamente tenho lido coisas diferentes e muito profundas... às vezes me dá vontade de uma bobagem qualquer, de rir e falar besteira, das coisas triviais e bobinhas da vida!
Acho que é um movimento natural que a vida faz: procuramos coisas pra compensar quando estamos vivendo com intensidade um extremo.
Sentimos falta do polo oposto, da sensação de completude, do equilíbrio talvez.
Vim pra cá rir um pouco, contar causos, histórias e lorotas, brincar e ser feliz!
Ultimamente tenho lido coisas diferentes e muito profundas... às vezes me dá vontade de uma bobagem qualquer, de rir e falar besteira, das coisas triviais e bobinhas da vida!
Acho que é um movimento natural que a vida faz: procuramos coisas pra compensar quando estamos vivendo com intensidade um extremo.
Sentimos falta do polo oposto, da sensação de completude, do equilíbrio talvez.
Vim pra cá rir um pouco, contar causos, histórias e lorotas, brincar e ser feliz!
domingo, 24 de abril de 2011
O retorno
"Ô vida boa..."
Depois de uns dias de recesso... vamos retornar à vida normal!
Que nos recuperemos das inhacas e das preguicites e voltemos à nossa rotina, pois nem só de folga vive o ser humano!
Uma ótima semana a todos!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Estranho no meio do grupo
Hoje estou assim, sentindo-me uma estranha no meio de um grupo, correndo pra entender algumas linguagens, buscando pontos em comum, tentando compreender uma forma de expressão bem diferente daquela que eu estava acostumada. É estranho porque no meio dessa nova forma de visão e expressão eu sinto coisas em comum, ao mesmo tempo em que tudo isso me causa um forte estranhamento... tô me sentindo como o pintinho amarelo aí, literalmente "correndo atrás" de um grupo que tem vida própria. Este pintinho sou eu no meu novo mundo profissional... uma estranha que, ainda que encontre semelhanças e muita afinidade, não sabe, ainda, como se expressar em seu novo lugar.
sábado, 9 de abril de 2011
Teresa e Chico
Teresa de Calcutá, Chico do Brasil...
Com este título, lemos excelente artigo que nos remeteu a recordações do grande papel desempenhado, no mundo, por Madre Teresa de Calcutá e o médium mineiro Francisco Cândido Xavier.
Ambos nasceram no ano de 1910. Ela, Teresa, na Albânia. Ele, Chico, em Pedro Leopoldo , Minas Gerais.
Ela, católica. Ele, espírita. No entanto, portavam-se um e outro como verdadeiros integrantes da família universal.
Tinham muito mais em comum do que apenas o ano de nascimento.
Seu mestre era o mesmo, Jesus. Tinham o mesmo sobrenome, amor. Nasceram com o mesmo objetivo, servir. Ela foi laureada com o Prêmio Nobel da Paz. Ele viveu pacificamente toda a vida.
Teresa de Calcutá viveu para os menos favorecidos. Queria ser pobre. Nunca conseguiu.
Seu coração transbordava riquezas: a nobreza da generosidade, as pérolas da fraternidade, os diamantes da solidariedade.
Ela dizia, em toda a sua simplicidade, que a felicidade humana é impossível de ser mensurada.
Como controlar em planilhas estatísticas a felicidade de um faminto que encontra o alimento?
Ela tinha razão. Impossível mensurar a felicidade humana. Por isso, trabalhava sem estatísticas, mas em prol da felicidade e dignidade de seus irmãos de caminhada.
Chico Xavier, do Brasil, o mineiro do século, também queria ser pobre, sem sucesso.
Doou os direitos autorais de seus mais de quatrocentos livros psicografados, que venderam e continuam a vender milhares de exemplares em todo o mundo.
Poderia ter tido polpuda conta bancária. Preferiu a simplicidade. Mas, nunca foi pobre. Sua vida foi repleta de amigos dos dois planos da vida.
Chico era e será, onde estiver, um milionário, um magnata das letras, um ícone da humildade, um pobre das moedas, mas rico de amor...
Narram que quem se aproximava de Madre Teresa de Calcutá não conseguia conter a emoção, devido à irradiação de sua serenidade e sua intensa energia espiritual.
Aqueles que conviveram com Chico afirmam que sua presença iluminava, acalmava, tranquilizava.
Chico e Teresa. Teresa e Chico. Parece que falamos de amigos: Olá, Teresa! Bom dia, Chico!
Mesmo os que não os conhecemos pessoalmente os sentimos como amigos.
Falar de suas conquistas, realizações e aventuras é como falar a respeito de amigos, porque entre amigos não há barreiras, inquietações, constrangimentos.
Teresa e Chico eram amigos do mundo, dos ricos, dos pobres, dos brasileiros, indianos, nigerianos, amigos de todos...
Teresa, de Calcutá e Chico, do Brasil deixaram marcas inesquecíveis e indeléveis. Ambos praticavam o amor.
O convite que nos deixaram é de, dentro de nossas possibilidades, vivermos como eles, servindo e amando para a construção de um mundo mais justo e fraterno.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita com base no artigo Teresa de
Calcutá, Chico do Brasil, de autoria de Wellington Balbo,
de Bauru/SP, publicado na Revista Espírita bimestral
da Comunhão Espírita Cristã de Lisboa,
Portugal, de maio/junho/2009.
Com este título, lemos excelente artigo que nos remeteu a recordações do grande papel desempenhado, no mundo, por Madre Teresa de Calcutá e o médium mineiro Francisco Cândido Xavier.
Ambos nasceram no ano de 1910. Ela, Teresa, na Albânia. Ele, Chico, em Pedro Leopoldo , Minas Gerais.
Ela, católica. Ele, espírita. No entanto, portavam-se um e outro como verdadeiros integrantes da família universal.
Tinham muito mais em comum do que apenas o ano de nascimento.
Seu mestre era o mesmo, Jesus. Tinham o mesmo sobrenome, amor. Nasceram com o mesmo objetivo, servir. Ela foi laureada com o Prêmio Nobel da Paz. Ele viveu pacificamente toda a vida.
Teresa de Calcutá viveu para os menos favorecidos. Queria ser pobre. Nunca conseguiu.
Seu coração transbordava riquezas: a nobreza da generosidade, as pérolas da fraternidade, os diamantes da solidariedade.
Ela dizia, em toda a sua simplicidade, que a felicidade humana é impossível de ser mensurada.
Como controlar em planilhas estatísticas a felicidade de um faminto que encontra o alimento?
Ela tinha razão. Impossível mensurar a felicidade humana. Por isso, trabalhava sem estatísticas, mas em prol da felicidade e dignidade de seus irmãos de caminhada.
Chico Xavier, do Brasil, o mineiro do século, também queria ser pobre, sem sucesso.
Doou os direitos autorais de seus mais de quatrocentos livros psicografados, que venderam e continuam a vender milhares de exemplares em todo o mundo.
Poderia ter tido polpuda conta bancária. Preferiu a simplicidade. Mas, nunca foi pobre. Sua vida foi repleta de amigos dos dois planos da vida.
Chico era e será, onde estiver, um milionário, um magnata das letras, um ícone da humildade, um pobre das moedas, mas rico de amor...
Narram que quem se aproximava de Madre Teresa de Calcutá não conseguia conter a emoção, devido à irradiação de sua serenidade e sua intensa energia espiritual.
Aqueles que conviveram com Chico afirmam que sua presença iluminava, acalmava, tranquilizava.
Chico e Teresa. Teresa e Chico. Parece que falamos de amigos: Olá, Teresa! Bom dia, Chico!
Mesmo os que não os conhecemos pessoalmente os sentimos como amigos.
Falar de suas conquistas, realizações e aventuras é como falar a respeito de amigos, porque entre amigos não há barreiras, inquietações, constrangimentos.
Teresa e Chico eram amigos do mundo, dos ricos, dos pobres, dos brasileiros, indianos, nigerianos, amigos de todos...
Teresa, de Calcutá e Chico, do Brasil deixaram marcas inesquecíveis e indeléveis. Ambos praticavam o amor.
O convite que nos deixaram é de, dentro de nossas possibilidades, vivermos como eles, servindo e amando para a construção de um mundo mais justo e fraterno.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita com base no artigo Teresa de
Calcutá, Chico do Brasil, de autoria de Wellington Balbo,
de Bauru/SP, publicado na Revista Espírita bimestral
da Comunhão Espírita Cristã de Lisboa,
Portugal, de maio/junho/2009.
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